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domingo, 15 de dezembro de 2013

Vício de fim-de-semana


Over and over
Many setting suns
I have run
I have waited for the rain to come
When through that mist
I see the shape of you
And I know, and I know
That I'm in love with you

Though
I'm far away
I know I'll stay, I know I'll stay
Right there with you
And though
It might be too late
What would you say? What would you say?
What would you do?

Ontem ouvi esta música na Stradivarius e lembrei-me do Alive. Estou viciada nesta música!! Na melodia, na letra... Em tudo, só a quero ouvir em modo repeat.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Ofereçam-me, pleeeeease


Querem-me deixar histericamente feliz e não sabem como o fazer? É só enviarem para a minha pessoa o passe para o Optimus Alive. Acho que a única forma de eu ir este ano é se alguém me oferecer (blogosfera, façam um mealheiro)... Isto porque a minha mãe faz anos mesmo no dia do meio! :( The Black Keys já está confirmado para esse dia... E eu adoro-os! Aiiiiiii, que porcaria.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Are you Alive?


Como se costuma dizer, o que é bom acaba depressa. Três dias em grande, dum festival espectacular. Nunca tinha ido ao Optimus Alive, mas adorei! Apesar do cansaço, nem se dá pelo tempo passar. É de facto muito bom, em termos de cartaz e de organização. E o melhor é que foi muito bem aproveitado, em muito boa companhia.

No primeiro dia, estive o tempo quase todo pelo palco principal. Vi lá Stereophonics, umas musiquitas de alguns no Palco Heineken... Mas as melhores actuações foram as de Two Door Cinema Club, que me surpreendeu, e de Green Day, que não desiludiu. Mais do que boas música, foram bons espectáculos. Steve Aoki não me cativa minimamente, mas lá estive a fazer um "favor" ao meu melhor amigo... Ainda espreitámos o Optimus Clubbing, mas também é coisa que não me diz muito. Umas 10 horas em pé, mais coisa, menos coisa.

No dia seguinte, começámos no Heineken, com DIIV, Wild Belle e Rhye... Gostei muito, principalmente de Wild Belle! Não estava nada à espera, e surpreenderam-me bastante pela positiva. Já no Palco Optimus, ainda vimos o fim de Editors (muito bom) e tive de abdicar de Capitão Fausto (até porque já vi anteriormente) para assistir a Depeche Mode num bom lugar. E valeu a pena... Oh, se valeu! Podem estar velhos, mas ainda têm a pica toda. E aquele Dave Gahan mexe-se como o raio! Até parece que está a fazer amor com o microfone. Por fim, mudámo-nos novamente para o Heineken, onde ainda estava com a pica toda em The Legendary Tigerman... Já Crystal Castles, foi apenas um enjoo descomunal ter que estar ali. Mais umas 10 horinhas em pé.

Por fim, o último dia... Linda Martini para abrir em grande! Uma das provas de que Portugal tem grandes talentos. Mudámos para o Palco Heineken, que neste dia estava ao rubro, para assistir a Brass Wires Orchestra e a maior parte de Of Monsters and Men. Bem, que concerto!! É daquelas bandas que o mais provável é desaparecer, mais dia, menos dia... Mas eu adoro as músicas e dão um espectáculo mesmo muito fixe. Há uma boa interacção entre eles e com o público... Se bem que o público ajudou muito, é verdade. Estava ao rubro! Saí a meio da Little Talks (quase no fim do concerto), para ver um bocadinho de Tame Impala, no principal... Não conheço muito deles, mas gostei muito do pouco que vi. Voltámos para o Heineken, onde Twin Shadow foi outra boa surpresa... E Alt-J visto da sétima fila foi genial. Ainda tivemos direito ao fim de Kings of Leon, que me desiludiram um bocadinho. Ok, têm umas músicas muito giras, adoro aquela voz... Mas pouco mais do que isso. Dos cabeças de cartaz, foram aqueles de que menos gostei. Com muita pena minha, já não cheguei ao Heineken a tempo de Band of Horses, mas finalizámos em grande com Django Django, que dão um espectáculo animadito. Por fim, apesar de não ser a minha onda, confesso que até achei The Bloody Beetroots bom, para quem gosta deste género. Provavelmente, 12 horas em pé, que valeram muito a pena.

Aqui fica a banda sonora que me acompanhou enquanto escrevia este post:





Uma ínfima parte do que de melhor ouvi durante o fim-de-semana...

domingo, 26 de maio de 2013

Sobre o fim-de-semana

Este fim-de-semana foi horrível. Andei desesperada à procura dum vestido mais ou menos decente para um casamento. Era urgente, pois o casamento é na época de exames, já não tinha mais tempo para o comprar... E à pressa, pois tinha que vir para o Alentejo. O pior de tudo foi a mistura de cansaço, que me atingiu como um raio, com tristeza. Há coisas que me hão-de deixar triste sempre que penso nelas, e não sei como as mudar... Acrescentando o sofrimento antecipado, que eu odeio sentir, mas que não consigo evitar, andei moralmente em baixo. Valeu-me a parte fútil... Pois comprei um colar mesmo lindo na Parfois, uns calções de ganga e uma blusinha toda fresquinha, encomendei um macacão lindo na Lanidor... E o melhor... COMPREI O PASSE PARA O OPTIMUS ALIVE!! Eu sei que as coisas materiais não são o mais importante. No entanto, deixaram-me um bocadinho menos triste.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Eu devia estar a estudar...

Natiruts

Tenho exame laboratorial quarta-feira, mas só consigo pensar em como queria ir ao Meo Sudoeste no dia 08 de Agosto (não vai acontecer) e em como vou ter que arranjar maneira de ir ao Optimus Alive este ano. É que está demasiado bom para não acontecer...

terça-feira, 9 de abril de 2013

i. a ouvir uma música pirosa e lamechas


Gozei com uma amiga minha por ela dizer que adorava esta música, mas a verdade é que entendo. O Bruno Mars tem algumas músicas de fugir que ficam na cabeça, é certo... No entanto, esta é diferente. O piano dá logo aquele ar. Na verdade, a letra toca-me ao coração... É demasiado verdadeira.
É que é a história de muitos que, quando se apercebem, já não são o nosso homem. Já é demasiado tarde para se lembrarem de nos oferecer flores, nos pegar na mão, nos despender o seu tempo, ou levar-nos a dançar... Eu sei que isto é um bocado tradução quase literal da música, mas é a verdade.
Oh, é mesmo bonita. Podia ficar a ouvi-la o resto da noite.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A recordar momentos da SAL12


Por muito que seja um cliché, o certo é que este preciso momento foi muito especial. Quer dizer, para dizer a verdade, este dia em si é que foi muito especial. Eu sou a menina das datas e de decorar tudo... Mas espero que ele também se lembre.

terça-feira, 26 de março de 2013

Lover of the light de fundo e a minha veia fútil à mistura

Natura

Encontro-me em modo "à procura desta linda em vermelho em tamanho S ou M", porque em azul tenho uma mega quentinha que o L. me deu, e o creme em mim morre muito (estou a tentar fugir um pouco dos castanhos e companhia, também). E gosto taaaanto dela, que é um crime se não vier morar comigo.
Já agora, gostaria de saber porque é que a Natura do Fórum Montijo tem sempre montes de coisas giras, e a do Colombo (onde normalmente vou) não tem nada de especial. Idem idem a dos Armazéns do Chiado. Broncos!
Parece que é agora que vou ouvir mais uma lista de reprodução de Mumford&Sons, acompanhada de Mr. Calculus.
Bom resto de tarde :)

segunda-feira, 25 de março de 2013

Sabor agridoce


Agridoce. A palavra que melhor encontro para descrever esta música é essa mesmo - agridoce. Por um lado, é alegre e tem boa onda. E dá-me vontade de rir, porque me traz à memória bons momentos de dança que, apesar de disparatados, me enchem o coração. No entanto, o significado que mais me vem à cabeça é o de um amor escondido e, quem sabe, partilhado. "até nem fica mal, aos olhos de quem não vê, uma troca de passos fatal, se alguém nos visse a dançar". E isso é triste. Ainda assim, pensamento puxa pensamento, e lembrei-me dos "nossos" primeiros tempos. Porque, ao fim ao cabo, "só falta estenderes a mão a quem dança até com o coração". Antes de passar a algo mais do que amizade. Digam o que disserem, eu acho que essa época é maravilhosa em todos os casais (tal como grande parte da relação, sim). A troca de olhares cheios de significado, mas que se procuram esconder. As palavras queridas, com o receio de se estar a ser excessivo. O coração aos pulos ao mínimo contacto visual lá ao longe. É verdade que isto ainda nos acontece, mas, não sei se é porque é uma fase finita, creio que tem um encanto que é impossível esquecer. Já foi há mais dum ano, mas ainda me lembro de quase todas as vezes que o vi, nem que fosse ao longe, da desilusão do adiamento do segundo encontro... E dos nervos do primeiro. E da vez que o vi antes das férias do Natal, só com a pasta do computador na mão. E de tudo e tudo. Ai, nostalgia...

another beginning

How I Met Your Mother

A tarde começou com um episódio da sexta temporada de How I Met Your Mother. Comecei no Natal e tenho estado lançada... Não tarda, apanho as pessoas que começaram há séculos atrás. É isso que começar uma série tarde tem de bom: parece que não acaba, que vamos sempre ter mais um episódio para ver e que podemos ver quatro ou cinco de seguida. Mas tem um fim... Claro que tem. E depois vem a ressaca da série e a necessidade de mais. Enfim, ainda me falta mais de uma temporada para lá chegar (o que não é nada)!
De momento, com a boca adocicada de amêndoas de chocolate e ao som duma lista de reprodução de Mumford & Sons (neste momento, acabou "Little Lion Man"), vou-me preparar para estudar Cálculo Diferencial e Integral II. Nunca me esforcei para isto, por isso é como se fosse a primeira vez que estou a ler estas coisas... Logo, tem que ser. Tem meeeesmo que ser. Se me portar bem, depois posso ver mais uns episódios de HIMYM. Sejamos sinceros... Vou ver na mesma, que não me consigo auto-disciplinar. Mas agora é a hora do estudo.
E, mais tarde, vou tratar dum novo template. Agora não há tempo, só muita vontade de escrever, daí a criação repentina deste espaço. Parece que, quando não posso, é quando mais me apetece. Espero que isto tenha um novo sentido...